terça-feira, 22 de novembro de 2011

"Um coração determinado a esperar em Deus"

“Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face.”- Salmo 42:5.
Esta declaração solene encontra-se duas vezes no Salmo 42:5 e é repetida no Salmo 43:5.Semana passada ainda conversava com um abençoado entre a diferença do “ser” e do “estar” depressivo, haja vista alguma polêmica que ronda este assunto no meio evangélico, onde uns crêem que o cristão pode ficar depressivo e outros não.
Creio que um cristão pode “estar” depressivo e não “ser” um depressivo. Segundo os estudiosos da Bíblia, a expressão do hebraico traduzida em português como “estar abatido” significa literalmente “curvar-se até embaixo”, “sentar-se no chão como um pranteador”, e “inclinar-se totalmente em profundo gemido e lamento”. Com estas palavras o salmista demonstra toda a sua tristeza e perturbação, compartilhando momentos de infelicidade e também as circunstâncias que estavam contribuindo para isso. Ou seja, ele se encontrava um pouco depressivo. (Se encontrava – mas não era).
Creio que em todas as épocas e principalmente nos nossos dias muitas pessoas passam por experiências semelhantes à do escritor sacro. Com freqüência chegam pessoas aos consultórios dos médicos, infelizes, desanimadas, sem alegria para nada ou então se apresentam aos líderes. Freqüentemente cansadas, mas sem nenhuma doença física que pudesse explicar tais sintomas. Fatos da vida cotidiana que antes eram fonte de prazer ou mesmo que contribuíam para o avanço, agora parecem não ter significado algum. A pessoa se sente cansada e sem alento para continuar. No Salmo 42:1, a alma do salmista, deprimida, anseia por Deus como o cervo anseia pelas correntes de águas.
No versículo 2 ele continua: “A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo! ” Uma grande ajuda para os nossos conflitos psíquicos e espirituais é sem dúvida saciar essa sede de Deus, ir ao seu encontro. Não estou só falando de pessoas cujo alvo é a salvação de almas, mas também dos crentes, com sede de Deus. Sede pessoal de Deus. Sede pela Palavra do Senhor; de meditar na Palavra e garimpar até que Deus revele algo especial em sua vida. Pedro nos exorta a lançarmos sobre Jesus Cristo toda a nossa ansiedade (I Pedro 5:7). E como faremos isso ? Somente tendo um tempo especial em Sua presença e deixando fardo por fardo diante do Seu altar, dia a dia. Como podemos neutralizar uma ansiedade já colocada no altar do Senhor ? Usando a estratégia infalível que Jesus usou: ESTÁ ESCRITO ! Você sabe que está escrito a seu respeito ? Se não souber, é como aquele viajante que não se alimentava porque desconhecia que as refeições já estavam incluídas na passagem. Estava viajando, mas morrendo de fome ! Que as palavras do salmista sejam uma realidade em nossas vidas. “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.” (Salmo 46:1).

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Negamos a Jesus?


Negamos a Jesus?

Um funcionário de uma empresa, que era cristão, foi convidado a assumir um cargo maior pelo chefe. Mas este, no momento da oferta, lhe disse que o cargo não condizia com a fé que professava. Ele teria que optar entre aceitar o cargo e não mais professar sua fé. O chefe lhe deu 3 dias para pensar no assunto.
Terminado os 3 dias, volta o funcionário ao seu chefe e diz que aceita o cargo. O chefe tentou persuadí-lo, afinal, teria que abandonar sua fé em Jesus. Mas ele disse estar decidido. Aceitava o cargo. O Chefe então mandou que comparecesse ao RH para assinar os papéis, não de mudança de cargo, mas de demissão. Ele ficou surpreso e questionou. O chefe lhe disse: – Se voce não honra a fé que tem, não é fiel a Jesus, jamais poderá ser fiel a esta empresa. Com a mesma facilidade que voce abandonou e traiu Jesus, voce poderá nos trair também.
Negamos a Jesus de várias formas. As vezes não tão expressiva e evidente e até escandalosa como na história acima, mas de forma simples que nós mesmos pensamos não estar fazendo algo demais. Quando mentimos, quando participamos de conversas torpes, círculos de piadas, cenas pornográficas, filmes, linguajar, na forma de tratar os amigos, a esposa, o marido, os filhos, os vizinhos. Negamos Jesus quando deixamos de ajudar alguem, tendo condições pra isso…Negamos a Jesus quando Ele nos chama para orar e ficamos com preguiça. Quando Ele quer nos contar algo através de Sua Palavra, mas preferimos outra coisa. Jesus quer que tenhamos tanto prazer em estar com Ele, como Ele tem em estar conosco.
Ele quer que tenhamos orgulho em falar dele, como Ele sente orgulho em falar de nós para o Pai.
Precisamos rever o quanto temos negado a Jesus ou O temos exaltado em nossas vidas.
“Todo aquele que me confessar diante dos homens, Eu o confessarei diante do Pai que está nos céus; e todo aquele que me negar diante dos homens, Eu também o negarei.”
Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede.(João 6:35)

sábado, 1 de outubro de 2011

A Espera de um amor…

A Espera de um amor…

Esse relato é um dos mais bonitos que já li, acredito que vale a pena ler para aquelas meninas e mulheres que esperam um grande amor, mas que as vezes se decepcionam durante esse longo e infinito caminho até chegar o momento certo com a pessoa certa preparada por Deus !
Eu li e me emocionei nesse texto e espero que sejam de bençãos para vocês !
Um grande Abraço
Regiane

- Alô?  João?
- Maria?  Olá, Maria!  Tudo bem?
- Tudo, João.  E aí, como está o coração???
- Ah, Maria, não começa de novo, por favor…
- Tá legal, João.  Não liguei pra isso não.  Quero te fazer um convite.  Posso?
- Manda bala.
- É que o Sammy Tippit vai pregar no ginásio da prefeitura, e vai sair uma kombi de cada igreja aqui da baixada, eu queria te convidar pra ir comigo.  É grátis, vai ser no domingo à tarde, e vamos ter boa música e uma boa pregação.  Topa?
- Topo.
- Como?!?  Você topa?
- Topo, poxa!  Era pra não topar?
- Não, claro que era pra topar!  É que eu fiquei superfeliz!
- Tá.  Que horas tenho que chegar?  ”Tô à fim” de ir à noite, no culto, também.
- Nossa, cara, que legal!  Olha, chega às 13:30, a perua vai estacionar às 14.  Assim a gente não perde a condução, e ainda conversa um pouquinho.  Nossa, estou superfeliz, João!
- Tá legal.  Vou no culto da noite também.  Só que agora tenho que desligar, que o chefe tá chegando.  Beijinho.  Tchau.
Maria amava a João.  Eles namoraram por alguns meses, dois anos antes.  Mas João voltara para a velha namorada e Maria ficara magoada, triste, mas não desesperançada.  Sempre que podia, enviava telemensagens, e-mails, cartas, recadinhos.  João nunca respondia.  Ou, quando o fazia, inventava as desculpas mais esfarrapadas.  Mas Maria era persistente, e continuava cheia de esperanças.
Muito mais agora, que João prometera ir à cruzada!  Sammy Tippit envolvera todas as igrejas da região nessa cruzada.  Cada congregação ganhara uma perua para buscar as pessoas.  O ginásio comportava umas duas mil pessoas; assim, conseguiria encher todas as arquibancadas.
Ainda era quinta-feira.  Maria não se agüentava de tanta felicidade!  Até o domingo ela fez de tudo, para demonstrar a sua gratidão ao Senhor, e implorar-lhe a bênção: jejuou, orou por horas, leu muitos capítulos da bíblia, evangelizou, enfim, fez muito mais do que estava acostumada.  No seu “diário”, decorou cada um desses dias com um arabesco diferente, colorido e trabalhado.  Ela estava tão ansiosa, que perdera até a fome.  Estava tão feliz, que cumprimentava a tudo pelo caminho: “Bom dia, poste!”, “Bom dia, gato!”, “Bom dia, hidrante!”.  Ah, como é linda a paixão!
Já era sábado.  Gastou um bom dinheiro no cabeleireiro, produzindo-se de forma brilhante.  Pedira à mãe para apertar o vestido que comprara para o casamento da prima, e emprestara os sapatos de veludo colorido de Soraia, colega de escola.  Ela teria, enfim, um encontro!  Sim, João iria à cruzada!
Chega o domingo.  O relógio marcava 13 horas, e Maria já se encontrava na porta da igreja.  O sol brilhava forte, Maria estava debaixo da sombrinha, sem incomodar-se.  O zelador ainda não abrira o templo.  13:30: começaram a chegar as meninas da sua turma de mocidade.  Também os adolescentes, seus alunos, que iriam cantar no “grande coral da baixada”.  Ela estava orgulhosa por ver os meninos integrados em atividades musicais de louvor tão clássicas e solenes.
Faltavam 10 minutos para as 2 da tarde, e a perua chegara.  Maria agora suava frio.  João não aparecia na rua, nem de um lado, nem do outro.  ”Será que ele esqueceu?  Oh, meu Deus, estou tão ansiosa!” Às duas em ponto todos estavam presentes, menos o João.  Maria inventou, então uma desculpa, dizendo ter esquecido um prendedor de cabelos no banheiro feminino, e pediu para entrar.  Pois sim.  Ela queria ganhar tempo, para que o seu amor chegasse.
Mas às duas e dez o motorista da perua ameaçou deixá-la, caso não entrasse.  Com um grande bico, carrancuda, entrou no veículo, rumo ao ginásio.  E João não veio.
Chegaram no ginásio.  Gente de toda a parte, de todos os lados, pessoas felizes, com faixas das igrejas, com camisetas coloridas, fitas nos cabelos, bandeirolas na mão, cada um fazendo a sua própria campanha.  Maria conduziu o seu grupo para as escadas que davam de frente ao palco onde o coral e o Sammy estariam.  Sentaram-se e conversavam muito.  Mas Maria observava os portões.  ”Será que o meu amor perdeu-se, será que ele vem de ônibus?  Será que ele vai me surpreeender?  Oh, Deus, por favor, não me deixe sozinha…”
Estava ventando muito nas escadas onde estavam.  Marcos e as garotas pediram a ela se poderiam sentar-se lá do outro lado, pois não estavam se agradando do vento.  Maria disse que sim.  Perguntaram-lhe se não iria com eles, e ela disse que já estava bem acomodada ali.  E eles foram embora, deixando-a sozinha.  ”Poxa, que amigos da onça eu tenho!  Ninguém quis ficar comigo”.
Começou o culto.  O coral cantava maravilhosamente.  Alguns solos, avisos, e Sammy Tippit pregou a Palavra de Deus, sob a interpretação maravilhosa do Pr.  Tércio, da Primeira Igreja Batista de Maceió.  Depois do apelo evangelístico, dezenas e dezenas de pessoas desceram das escadas, em lágrimas, entregando-se a Jesus.
Maria ficara feliz, com certeza.  Mas o seu coração estava arrasado.  O João não veio.  E ela queria que essa tarde fosse uma tarde completa: ela e o João.  Ela queria estar ao lado de quem amava.  Seu coração pulsava forte por João, mesmo que dois anos os separassem.
Assim que Sammy orou pelos decididos, o povo foi se levantando para ir embora, pegar a condução.  Mas o coral ainda cantava.  Maria ficou até o fim.  Maria ouviu parte por parte.  Seus garotos estavam cantando, ela fez questão de prestigiá-los.  Quando terminaram, ela levantou-se e aplaudiu efusivamente a apresentação, e desatou a chorar.  E chorava copiosamente.  Seu coração doía.  Ela já não sabia se chorava de alegria pelas conversões, ou pelo gozo de ver seus meninos cantando uniformizados, ou se lamentava a ausência de João.  Olhou à sua volta.  Não sobrara ninguém!  Ela estava absolutamente sozinha.  A única que ficara sentada na arquibancada!
Maria chorou, e ninguém a consolou.
- “Senhor, por que comigo?  O que foi que eu te fiz?  A Gláucia, a Cíntia, a Beth, a Zenaide, todas são felizes, estão namorando, e não sofreram assim!  Elas me pressionam, Senhor, dizem que não sou normal!  Onde está o João, Senhor?  Onde estão os meus amigos?  Onde está a minha felicidade?”
Ah, sim.  A dor que Maria sentia era muito grande.  Não era manha não.  Nos seus 21 anos, Maria era virgem.  Guardara-se para agradar ao seu Criador, honrando ao Senhor Jesus.  Maria era trabalhadora, desde os 14 anos nunca deixara de exercer alguma função, e agora era secretária numa boa empresa.  Era a primogênita da família, uma filha excelente.  Seu quarto era um brinco, seus pais muito a amavam.  E, na igreja, um exemplo: recepcionista de visitantes, professora dos adolescentes, cantava solos, dava cursos de artesanato e participava da sociedade de moças.  Sua beleza era inconfundível: uma pinta bem debaixo da orelha direita exercia um charme especial.  Quando sorria, lindas covinhas se abriam, e os seus loiros cabelos brilhavam mais ainda, combinando com aqueles olhos de um azul claríssimo!  Linda, trabalhadora, inteligente, amada, Maria não queria outro homem, somente o João, seu primeiro e grande amor.  Maria sentia-se só.
Quantos de nós não somos como Maria, detentores de um vazio enorme dentro do coração, frustrados com as coisas que não acontecem, ou fartos de outras que teimam em acontecer!  Quantos de nós ficamos sentados, sem um amigo verdadeiro do nosso lado!  Ninguém conhece as profundezas de nossos corações!
Ainda nas escadas do ginásio, Maria orou com a bíblia no colo:
“Senhor, fala comigo!  Eu não agüento mais!  Senhor, eu preciso ouvir a tua voz!”
Então ela fez algo incomum em sua formação bíblica.  Resolveu abrir a sua bíblia aleatoriamente.  Sua bíblia estava toda marcada, grifada, sublinhada, com canetas de todas as cores.  Então, ao abri-la, deparou-se com um versículo saltando da página, como se dissesse “me leia, por favor!”.  Ei-lo:
“Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança.
O texto era Jeremias 29.11.  Maria leu, releu, leu novamente, e orou:
“Senhor, se és tu quem falas comigo, então mostra-me que planos são estes!  Que futuro é este!  Que esperança é esta!  Sinto-me sozinha, sinto-me abandonada, indesejada!  Senhor, eu preciso saber quais são os teus planos para mim!  ”
Maria foi embora na perua.  Chegando na igreja, foi ao banheiro, lavou seu rosto, arrumou-se um pouco e foi ao seu lugar especial, no quarto banco à esquerda, próximo do ventilador.
Com o coração pesado, Maria sentia vontade de estar invisível, de não ser notada, de ser só ela e Deus, naquele momento.  O pastor solicitava os cânticos, Maria só ouvia as canções, acompanhava com o pensamento.  Mas, por fora, apenas lágrimas copiosas rolavam de suas faces.  João não viera ao culto também.  Não, ela nem olhava para a porta do templo.  De que adiantaria?
Maria chorava.  Enquanto o pastor pregava, Maria estava à quilômetros de distância, sentindo o rosto a queimar, o peito a doer, o corpo a moer.  Duas senhoras, sentadas próximas, lhe perguntaram: “Maria, o que há?  Você está bem?  Está sentindo dores?  Quer que tragamos água, ou a acompanhamos até o banheiro?” Gentilmente Maria desculpou-se, dizendo: “Não, irmãs.  Eu estou em comunhão com Deus”.  As irmãs, imediatamente a deixaram em paz.  É como se estivessem tocando em solo sagrado.  As lágrimas derramadas na presença de Deus, não devem ser represadas.
Ah, quando o peso é grande demais, quando a dor é forte demais, quando o abandono é longo demais, quando a frustração é profunda demais, sentimo-nos como Maria!  O rosto nos queima, as canções soam longe, a pregação nos escapa, o mundo muda de ritmo, parece que tudo custa a passar!  Estar com o Senhor é o melhor lugar, em tempos de perturbação!
Maria dizia em seu íntimo:
“Senhor, que planos tens para mim?  Que esperança me dás, se as coisas que mais quero não consigo ter?  Aonde está o meu João?  Aonde está o respeito das minhas amigas?  Eu sou diferente, Senhor!  Todas têm namorados, todas estão quase se casando, e eu estou aqui, sozinha, chorando por um homem que não me ama!  Fala comigo, Senhor!”
O culto terminara.  O pastor dera a bênção apostólica e fora à porta, despedir os membros.  Maria, que era uma das primeiras a confraternizar-se, ficou sentada.  Suas pernas pesavam, ela estava fraca, sentia-se mal, queria morrer.  ”Fala-me, Senhor!”
Depois do tumulto do instante inicial, o corredor foi se tornando mais livre, e as crianças corriam de um lado para o outro.  Julinho, um garotinho espoleta, correndo por todos os lados, tropeçou numa bíblia, pegou-a correndo, deu-a aberta à Maria, e disse: “Tó, tia, tô indo.  Tchau”.
Maria tomou a bíblia e, antes de fechá-la e colocá-la no encosto do banco, viu acesos alguns versículos grifados, e decidiu lê-los antes.  Ei-los:
Não digo isto por causa de necessidade, porque já aprendi a contentar-me com as circunstâncias em que me encontre.
Sei passar falta, e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado, tanto em ter fartura, como em passar fome; tanto em ter abundância, como em padecer necessidade.
Posso todas as coisas naquele que me fortalece.
Então ela pensou:
“Meu Deus!  Paulo dava graças mesmo padecendo necessidades!  Paulo passava fome também!  Era isso que ele queria dizer, quando falava POSSO TODAS AS COISAS NAQUELE QUE ME FORTALECE!”
Foi como o sol a nascer no horizonte da vida de Maria.  O Espírito Santo mostrara-lhe algo que lhe era encoberto: “ANTES DE PENSAR NAQUILO QUE NÃO SE TEM, AGRADEÇA PELAS COISAS QUE TEM”.  Sim, era disso que ela precisava!  Mas, como tirar a dor do coração?  Como esquecer do João, ou do opróbrio?
Maria ajoelhou-se, tomou as mãos e fez um gesto, como a colocar sobre o banco um pacote.  E disse:
“Senhor, eu não sou capaz de agradecer pela necessidade.  Eu não sou capaz de gostar do teu plano para a minha vida.  Mas EM CRISTO, que me fortalece, eu serei capaz.  Capacita-me, ó, Pai!  Agora, Senhor!  Dá-me um coração igual ao teu, meu Mestre!”
A dor não saiu rapidamente, mas Maria levantou-se dali decidida.
Ela decidiu não ligar mais para o João.  Se alguém estava perdendo nessa história, esse alguém era ele e não ela.  Portanto, se ele não dava valor, então era porque o Senhor não o havia designado como companheiro para ela.
E, sobre esse assunto, Maria decidiu pensar o menos possível.  Disse ela: “Se eu pensar no quanto sou infeliz sozinha, os meus problemas não melhorarão.  E, se eu pensar que Jesus está comigo, não vou piorar.  Então eu escolho não pensar mais na solidão, e entregá-la nas mãos de Deus”.
Ela decidiu ignorar o opróbrio das amigas.  Ela explicou a elas que, se elas estavam namorando e iam se casar em breve, que agradecessem ao Senhor por isso, mas que não quisessem obrigá-la a ter a mesma coisa, pois, em sua vida, os planos de Deus eram outros, e isto tinha que ser respeitado.  Suas amigas entenderam, e não forçaram mais nenhuma situação embaraçosa.
Sua fisionomia já não estava abatida.  Pelo contrário, Maria agora estava mais simpática que nunca!  Lecionava com mais amor e vigor, aos seus adolescentes; cantava com gratidão ao Senhor; recebia os visitantes com grande simpatia; enfim, tudo ficou melhor.  Ela dizia:
“EM TUDO DOU GRAÇAS, MESMO PELAS COISAS QUE NÃO GOSTO.  DEUS TEM PLANOS PARA MIM, PLANOS DE PAZ, PLANOS DE VIDA, PLANOS DE ESPERANÇA.  VOU CONFIAR!”
E Maria tornou-se feliz.
Dias atrás, soube que casou-se!  Sim, um jovem garboso e elegante (garboso?  essa palavra é arcaica; hoje se diz “saradão”…), muito crente, gentil e responsável, atravessou o seu caminho quando ela menos esperava.  Os dois se gostaram tanto, se entenderam tão bem, se atraíram tanto, que casaram-se, numa festa de fazer cair o queixo.  O primeiro filho chama-se JEREMIAS, e o PAULO está prestes a nascer.  Que coisa!
Bom, mas sobre a sua família de Maria, isso eu contarei um dia, talvez, em outra

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Levanta-te

Levanta-te

Levanta-te, resplandece, porque já vem a tua luz, e a Glória do Senhor vai nascendo sobre ti. (Isaias. 60.1)
Que palavra maravilhosa o Senhor nos brinda esta manhã, nos manda levantar, erguermos, sairmos deste leito de enfermidades, dívidas, confusão, violências, separações, depressão, vícios, tristezas, prejuízos, magoas e derrotas, nos manda prepararmos para recebermos as bênçãos que estão vindo sobre nós. Ele nos fala que a Glória dele está vindo, que os nossos pedidos foram aceitos, que as nossas orações foram ouvidas, ou seja, não mais existirá lugar para sofrimento e tristezas, se aceitarmos a sua luz, que tão somente temos que crer e aceitarmos a sua palavra que é a verdadeira luz.
Deus está respondendo as nossas orações neste momento, ele diz que estamos caminhando ao seu encontro, que as nossas orações estão sendo ouvidas e que ele tem visto as nossas lutas, e que viu quando decidimos mudar, a buscá-lo e entender os seus caminhos, e ele diz que está mudando os nossos corações, nossa forma de pensar e agir, e que a luz da sabedoria e entendimento esta vindo sobre nós, e conseqüentemente estamos sendo preparados para termos sabedoria para apossarmos das bênçãos que ele está nos enviando.
“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 coríntios 5.17). Deus está mandando que se levante deste leito, saia deste quarto, a sua cura, a sua benção chegou, não se preocupe, a luz do Senhor esta sobre ti, dê Glória a Deus e vai, caminhe, levante, dê um passo de fé agora, o seu milagre chegou, toque no mar e ele vai se abrir. Pratique a palavra.
Que Deus te abençoe.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Eu Creio….Eu consigo !!


 Eu Creio….Eu consigo !!

“Ao que lhe disse Jesus: Se podes! – tudo é possível ao que crê” (Marcos 9:23).
“Se você for até onde pode ver, será capaz de ver o suficiente para ir mais longe” (John Wooden) “É melhor fazer alguma coisa imperfeitamente do que não fazer nada perfeitamente” (Robert Schuller) “Todas as coisas difíceis têm sua origem nas que são fáceis e as grandes nas que são pequenas” (Lao-Tzu)
As citações acima nos conduzem a tomar atitudes. A pior coisa que podemos fazer, na busca de nossas conquistas ou de nossos sonhos de vida, é não fazer nada. Se o caminho é duro e cheio de obstáculos, creiamos que a nossa bênção chegará.
Se, às vezes, tropeçamos ou vemos frustradas as nossas tentativas, devemos insistir… perseverar… começar tudo de novo. A nossa fé não deve esmorecer jamais. Nós vamos conseguir — e o Senhor vai nos ajudar.
Quando Cristo é Senhor de nossas vidas e o nosso coração O hospeda com alegria, temos motivos de sobra para manter viva a nossa esperança. “Tudo é possível ao que crê”.
A dúvida não faz parte de nosso manual de vida. A covardia também não. Estaremos sempre dispostos a seguir em frente, a lutar, a levantar após uma queda, a não voltar atrás antes de conseguir a vitória almejada.
Se somos cristãos e Cristo é o nosso Senhor, jamais estaremos sozinhos na busca das vitórias. Ele sempre estará ao nosso lado, sempre estará nos estimulando, sempre estará intercedendo por nós. Ele prometeu que seríamos mais que vencedores e as Suas promessas jamais falham.
Você crê que sua bênção está lhe esperando? Crê que o Senhor tem o melhor para sua vida? Vai desistir antes de alcançá-la? Tenho certeza que não

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

"O Lenhador e o Machado"

Essa é a história de Pedro, um ótimo lenhador que chegou a uma serraria procurando emprego. 

O  capataz deu-lhe um dia para que ele mostrasse as suas habilidades.

Pedro surpreendeu o capataz, pois era capaz de derrubar dez árvores enquanto o normal era abater duas por dia. O melhor lenhador derrubava quatro.
Diante disso, Pedro foi alvo de comentários por parte de todos, pois era o melhor lenhador que se conhecia. Foi um verdadeiro sucesso. Porém, depois de algum tempo, sua produção baixou até que passou a ser o pior de todos os lenhadores. O que estaria acontecendo? O capataz preocupado, procurando saber o que estava havendo, chamou Pedro e disse:

- No dia em que você chegou aqui derrubou dez árvores, sem demonstrar cansaço e assim continuou por algum tempo. Mas ultimamente o vejo abatido e esgotado, sua produção foi caindo e você tem derrubado apenas uma árvore por dia. O que houve?

- Não sei, respondeu Pedro. Estou trabalhando como nunca trabalhei antes: tenho me esforçado três vezes mais, sou o primeiro a ir para a mata e o último a voltar!

O capataz pensou um pouco e perguntou a Pedro:

- Pedro, nesse tempo que está aqui, quantas vezes você amolou o machado?

E Pedro, um pouco atrapalhado, respondeu:

- Nenhuma, não tive tempo.

Quantas vezes você amolou seu machado desde que foi chamado por Jesus? Nossa produção tem que no mínimo permanecer estável. Nunca diminuir! O que temos produzido com nossa ferramenta dada por Deus?
Nosso machado é nossa fé e nosso amolador é o Espírito Santo. Se voce não a tiver contato com Ele, seu machado vai dimiuindo a produção até ficar totalmente cego.

“Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O Milagre da Vida


O Milagre da Vida

Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada.


Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe.


Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.


A gravidez se desenvolveu normalmente. 
No tempo certo, vieram as contrações.
Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração.


Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas.


Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana.
Até que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu.


Só que ela estava muito mal.
Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary.


Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais:
"Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças".


Karen e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral.
Alguns dias antes estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê.


Hoje, os planos eram outros.
Enquanto isso, Michael todos os dias pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha.
"Eu quero cantar pra ela", ele dizia.


A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela.
Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI.
Entretanto, Karen decidiu.
Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito.


Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva.
Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital.


A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali.


Mas Karen insistiu: "Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!"
Então ela levou Michael até a incubadora.


Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida.
Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha:


"Você é o meu sol, o meu único sol.
Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro..." (Sunshine)


Nesse momento, o bebê pareceu reagir.
A pulsação começou a baixar e se estabilizou.
Karen encorajou Michael a continuar cantando.
"Você não sabe, querida, quanto eu te amo. Por favor, não leve o meu     sol embora..."
Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebe foi se tornando     suave.
"Continue,querido!", pediu Karen, emocionada.
"Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços...
" O bebê começou a relaxar. "Cante mais um pouco, Michael.
" A enfermeira começou a chorar.
"Você é o meu sol,o meu único sol.
Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...Por favor, não leve o meu sol embora..."
No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.


O Woman's Day Magazine chamou essa história de O milagre da canção de um irmão. Os médicos chamaram simplesmente de milagre.
Karen chamou de milagre do amor de Deus. Nós estamos chamando de O Milagre da Vida...


NUNCA ABANDONE AQUELE QUE VOCÊ AMA. O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO.


AME ACIMA DE QUALQUER COISA. ORE,


CANTE... E NÃO SE ESQUEÇA... SORRIA !!!